RECUPERAÇÃO JUDICIAL
O administrador, na recuperação judicial, é aquele que assegura a lisura do feito, orienta o juízo sobre a racionalidade da legislação frente aos problemas colocados pelo concurso de credores. Ademais, no que atine aos credores, é o administrador judicial que fiscaliza a higidez das operações econômicas e dos bens sujeitos à fiscalização recuperacional, bem como, do mesmo modo, é o responsável pela correção dos processos de aprovação e cumprimento do plano de recuperação judicial. Em suma, é nesse amplo escopo de relevante atuação que a LRE o aloca, e é à altura de tais necessidades que nos colocamos ao dispor de Vossa Excelência.

Não é menor a relevância do administrador judicial na falência, aliás, é muito maior, pois é do administrador a responsabilidade por grande parte do impulso do feito, o qual, sempre, deve buscar a mais estrita fiscalização dos bens da massa até que, por meio de sofisticadas soluções econômicas, possam ser recolocados no mercado com o máximo de valor possível. Atividade que temos desempenhado com grande foco e dedicação, e que, da mesma maneira, oferecemos a Vossa Excelência.

De acordo com o art. 21 da LRE, com todo o respeito aos respeitabilíssimos outros ramos profissionais ali elencados, a nomeação do Administrador Judicial com formação em CONTABILIDADE, tem suas vantagens e traz economia processual e economia a empresa em Recuperação Judicial ou em Falência, dentre elas a absoluta desnecessidade de contratação de assistentes contábeis, que são muito comuns quando o administrador é advogado.
PERÍCIA CONTABIL
Nossa equipe possui ainda expertise para a elaboração de Laudos Periciais Contábeis, entre outras áreas da contabilidade, onde se destacam:
- Cálculo com impute e Incidência Tributária;
- ICMS │ - Perícia Ambiental
- ISS/QN │ - Cálculos Atuarias
- Revisão de Contratos Bancários e Cálculos de Juros sobre os Extratos de Capital de Giro e de Inadimplemento 
- Analise Empresarial e Cálculos de Rescisão e Cisão, Fundo de Comércio e EBIDITA
- Analise de Contratos Públicos / Privado e análise de Improbidade Administrativa com Investigação Financeira para a Recuperação de Ativos


AVALIAÇÃO DE EMPRESAS
Com base nas análises dos últimos 05 anos das atividades da empresa, se faz uma projeção para os próximos 05 ou 10 anos, de acordo com a taxa de expectativa de seus ativos fixos, podendo passar por uma Reavaliação dos Ativos e ainda a identificação de Ativos Intangíveis, que por sua vez, serão identificados, mensurados, contabilizados após a emissão de Parecer Pericial ou Parecer da Auditoria, com a devida identificação das despesas com tais investimentos, que passaram a compor os ativos indeferidos, e considerando as análises financeiras e as análises de Avaliação da Empresa – Fluxo de Caixa - Goodwill – EBIDTA, devidamente equiparados com toda a Auditoria Interna (O&M) e substanciado no Parecer da Auditoria Externa, sobre as Demonstrações Contábeis, chegamos a uma sólida Avaliação da Empresa, tanto no tocante ao seu endividamento, como também, quanto o seu potencial de geração de caixa.
AUDITORIA EXTERNA
Objetivando a emissão do Parecer da Auditoria, os exames serão efetuados de acordo com as normas de auditoria geralmente aceitas e outros procedimentos, circunstâncias e as análises oriundas, de auditoria que na ocasião se considerar necessário para emitir uma opinião sobre as demonstrações contábeis.
AUDITORIA INTERNA
As análises gerenciais das atividades de cada um dos profissionais envolvidos ao resultado final das empresas, possuem um grande impacto no resultado final, pois bem, este é o objetivo da Auditoria Interna, que através de O&M, dar-se-á um resultado das atividades e das informações gerados no processo produtivo, seja na indústria e no comercio, mas principalmente nas empresas de prestação de serviços.
AUDITORIA AMBIENTAL
Auditoria realizada por especialistas multidisciplinares nos campos contábil-financeiro-econômico-ambiental, além, quando sugere, profissionais com conhecimento de biologia, de engenharia, de direito, de ciências sociais e da indústria e principalmente do Governo Nacional, capacitados na aplicação dos respectivos procedimentos de auditoria financeira e de gestão deve permitir fazer esta avaliação não só nos sistemas de gestão mas também, sobre o desempenho dos equipamentos instalados em um estabelecimento de uma empresa, para fiscalizar e limitar o impacto de suas atividades sobre o Meio Ambiente e/ou suas compensações.
ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMINIO
A DAMÁSIO CONSULTORIA POSSUI algumas parcerias e oferecendo uma franquia as Administradoras de Condomínios, onde os franquiados tem acesso a software de portaria digital, livro de ocorrências e agenda on-line, e ainda, estamos desenvolvendo um software para oferecer uma "auditoria" na conciliação das prestações de contas mensais, entre outras novidades.
ADMINISTRAÇÃO EXTRA JUDICIAL
A primeira atividade do ADMINISTRADOR DE FALÊNCIAS, é com a analise dos autos, e para uma Pré-Exposição Circunstanciada; com base no Art. 22, III, 'e'; Art. 22 § 4º; e Art. 186 da Lei n. 11.101/2005. Com a exceção do credor - REQUERENTE, se faz necessário conhecer o rol de credores; com base no Art. 22, I, 'e'; e Art. 99, III da Lei n. 11.101/2005. De posse da relação dos credores e com vistas dos autos, o ADMINISTRADOR deverá examinar a escrituração e dar extrato; com base no Art. 22, I 'c'; e Art. 22, III 'b' da Lei n. 11.101/2005. Após as verificações de praxe, será encaminhado ao D. Juízo a relação dos credores para a Publicação de Edital; com base no Art. 7, § 2º; e Art. 99, parágrafo único da LFR.
                                         
Com a INTIMAÇÃO da Empresa Falida e, por cautela, de seus Sócios, identificarem a localização dos bens móveis e imóveis, bem como, apresentem no Cartório, no prazo de 48 horas, todos os documentos contábeis, fiscais, para-contábeis, financeiros e controles internos de caixa e estoque, entre outros, a fim de serem arrecadados, sob pena de incorrer em crime de desobediência, dentre outras consequências de ordem criminal; com base no Art. 22, III, 'f'; e Art. 108, e Art. 110 da LFR.
                                        
Dada a nomeação do Perito Avaliador-Contábil ( Art. 22, I, 'h', Art. 22, III, 'g', 'h' e § 1º) e do Leiloeiro Oficial (Art. 139; e Art. 149), bem como, as manifestações do 'Ministério Publico e dos Credores', com base no Art. 22, I, 'd', há de ser deferida a venda antecipada dos bens arrecadados, nos termos do art. 113; com base no Art. 22, III, 'f' e 'j' da LFR.
                                     
Após as manifestações finais, realizar o pagamento dos credores, com base no Art. 22, III, 'i' e § 3º, e Arts. 83, 84 e 149 da Lei n. 11.101/2005.

Voltar ao Começo